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10 maus hábitos das pessoas cronicamente infelizes!

O conhecimento e a prática de Inteligência Emocional, entre muitas outras coisas, permite obter uma maior consciência sobre nós próprios e sobre terceiros que ajuda-nos a melhorar os nossos hábitos para que o resultado dos mesmos seja a nosso favor.

Note que, alterarmos os nossos hábitos em nome de uma maior felicidade é das melhores coisas que podemos fazer por nós próprios. Mas também é importante por outra razão – assumir o controlo de nossa felicidade, através do controlo da nossa vida, torna todos à nossa voltas felizes também.

Travis Bradberry, no seu artigo que escreveu para a Forbes, aponta 10 maus hábitos crónicos que pioram o estado de infelicidade!

#1 Esperar pelo futuro
#2 Perder tempo e esforço a comprar “coisas”
#3 Ficar em casa
#4 Ver-se constantemente como vítima
#5 Pessimismo
#6 Queixa crónica
#7 Exagerar
#8 Fugir dos problemas
#9 Não procurar desenvolver-se
#10 Apoiar-se na inveja


A felicidade assume tantas formas que, por vezes, é difícil defini-la. Por outro lado, a infelicidade é fácil de identificar. Não só a conseguimos ver, como conseguimos perceber que se apoderou de nós. A infelicidade afasta as pessoas de nós e cria um círculo vicioso que nos puxa para baixo e impede-nos de alcançar tudo aquilo que somos capazes.

Há um estudo muito conhecido (Terman Study – Standford) que, ao longo de 8 décadas de investigação, concluiu que a proximidade a pessoas infelizes está relacionada com uma saúde mais fraca e curta duração média de vida.

Por norma, costumamos culpar as circunstâncias da vida pela nossa infelicidade, mas estudos recentes afirmam que “as circunstâncias da vida” e a genética têm um impacto de 50% na nossa felicidade, os restantes 50% é da nossa responsabilidade sob a forma de hábitos e perceções.

 

“A Constituição só dá o direito de procurarmos a felicidade. Somos nós próprios que a temos de encontrar”
Benjamin Franklin

 

#1 Esperar pelo futuro
Dizermos a nós próprios que só vamos ser felizes quando algo no futuro acontecer (uma promoção, um relacionamento, ganhar mais dinheiro… não importa o que seja!) é o maior hábito intensificar da infelicidade. Porquê? Porque coloca a solução nas circunstâncias e já está provado que melhorar as circunstâncias não melhora a felicidade. Foque-se em ser feliz agora, no presente momento, porque o futuro é incerto.

#2 Perder tempo e esforço a comprar “coisas”
Há estudos que comprovam que pessoas a viver em extrema pobreza evidenciam um aumento significativo de felicidade assim que as suas finanças melhoram, mas só até certo ponto. Há imensos estudos que concluem que a aquisição de materiais não nos torna mais felizes. Quando comprar coisas torna-se um hábito para alcançar a felicidade, o mais provável é sentirmos um vazio e infelicidade/neutralidade após passar a experiência da aquisição. Já o tempo e o esforço gasto com família, amigos e hobbies revelam-se bastante gratificantes e reforçam o estado de felicidade.

#3 Ficar em casa
Quando nos sentimos tristes temos por hábito evitar pessoas, o que é um erro enorme! Socializar, mesmo que não seja o que queremos naquele momento, traz imensos benefícios para o nosso humor. Se a sua infelicidade está a torná-lo antissocial, faça um esforço para sair de casa e conviver!

#4 Ver-se constantemente como vítima
Pessoas infelizes tendem a partir da suposição crónica de que a vida é dura e fora do seu controlo. O problema é que é essa filosofia que promove o sentimento de desamparo e faz as pessoas sentirem-se impotentes e impedidas de agir para melhorar a sua vida. Note que, todos nós passamos por momentos difíceis, uns mais que outros, mas é importante reconhecer quando a nossa maneira de pensar começa a afetar a nossa perspetiva sobre a vida.

#5 Pessimismo
O péssimo está para a infelicidade como um fósforo acesso está para a gasolina.
O problema do pessimismo, para além do humor, é que torna a suas profecias autorrealizáveis: se espera coisas más, é mais provável que vá obter coisas más. E porquê? Porque o seu cérebro vai estar tão marcado na preferência pelo negativo que já não vai avaliar o positivo, mesmo que coisas boas lhe aconteçam ou que as presencie, o seu cérebro não vai permitir que capte isso no seu radar. Os pensamentos pessimistas são difíceis de diminuir e para tal temos que reconhecer que muitos dos nossos pensamentos não são lógicos, uma das formas de os combater é obrigar-nos a desfragmentar os acontecimentos com base em factos.

#6 Queixa crónica
Juntamente com o pessimismo, a queixa crónica é igualmente inflamável. Se estamos constantemente a falar (logo, a pensar) que tudo está mal, estamos a reforçar essa crença negativa em nós próprios. Note que, há diferenças entre falar do que nos preocupa, procurando soluções – que é bastante terapêutico – e estarmo-nos sempre a queixar.

#7 Exagerar
A todos nós nos acontecem coisas más. A diferença é que as pessoas felizes encaram essas coisas más pelo que são – um percalço – enquanto as pessoas infelizes encaram qualquer coisa negativa como uma evidência adicional de que a sua vida é dura e que nada podem fazer para mudá-la.

#8 Fugir dos problemas
As pessoas felizes são responsáveis pelas suas próprias ações, ou seja, se cometem um erro, sabem que o cometeram e sabem que depende delas não voltar a comete-lo. As pessoas infelizes, por outro lado, sentem-se ameaçadas pelos problemas e erros, então tendem a escondê-los. Regra geral, quando ignoramos um problema ele tende a aumentar. Quanto mais fizermos nada para resolver um problema, ele aumenta, começamo-nos a sentir impotentes na resolução do mesmo e então o problema atinge tal ponto que já não há nada a fazer e somos vítimas das circunstâncias da vida.

#9 Não procurar desenvolver-se
As pessoas infelizes como são pessimistas e sentem que não têm controlo sobre as suas vidas, tendem a esperar que, de alguma forma, a vida faça alguma coisa por elas. Não estabelecem metas, não tentam melhorar e simplesmente ficam como que parados no tempo.

#10 Apoiar-se na Inveja
Ciúmes e inveja são incompatíveis com a felicidade. Se passamos muito tempo a compararmo-nos com os outros, é altura de parar.

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