Mês: Setembro 2017

Porque é que o Autocontrolo é importante?

Já alguma vez sentiu-se incapaz de gerir emoções que lhe provocam stress, ansiedade e angustia?

A falta de autocontrolo/autogestão emocional, isto é, a incapacidade ou a capacidade pouco desenvolvida de gerir emoções, prejudica a eficácia no trabalho e na vida pessoal.

Daniel Goleman, escreveu um artigo para a Mindful.org, onde nos ajuda a compreender um pouco melhor alguns conceitos.

 

O que é o autocontrolo emocional?

O autocontrolo emocional é a capacidade de gerir (e não suprimir) emoções perturbadoras e permanecer eficaz, mesmo em situações stressantes. Precisamos das emoções positivas para ter uma vida plena, mas também precisamos de nos permitir o espaço e o tempo para sentir e processar as emoções difíceis. Uma coisa é desabafar com um amigo, numa conversa sincera, outra é libertar a sua raiva ou frustração no trabalho. Ao treinar o seu autocontrolo emocional é possível gerir emoções desestabilizadoras, mantendo a calma e a clareza.

 

Por que motivo importa?

O nosso cérebro foi desenhado como uma ferramenta de sobrevivência, tendo nele a amígdala, o nosso radar para as ameaças. Se a amígdala deteta uma ameaça, ela “sequestra” o resto do cérebro, particularmente o córtex pré-frontal, assumindo o total controlo. Durante o dito “sequestro”, perdemos a capacidade de aprender e confiamos em hábitos já aprendidos nos comportamentos repetidos. Não conseguimos inovar ou ser flexíveis durante um esse “sequestro”.
A nossa atenção fica limitada, focando-se inteiramente na ameaça. Se estiver no seu local de trabalho quando ocorre esse “sequestro” de amígdala, não vai conseguir concentrar-se no que o seu trabalho exige – porque só vai pensar sobre o que lhe está a incomodar. A nossa memória também fica confusa, de modo que só nos lembramos mais prontamente do que é relevante para a ameaça – e não nos conseguimos lembrar de outras coisas tão claramente.

 

Como melhorar e desenvolver o nosso autocontrolo emocional?

Para minimizar os sequestros provocados pela amígdala, temos que ter outra competência emocional trabalhada, a autoconsciência, que permitirá termos mais atenção aos nossos sinais internos – através da atenção plena (mindfulness) conseguimos detetar as nossas emoções destrutivas e perceber quando elas começam a aparecer e a crescer, antes de dar-se o sequestro.
Se não notarmos que a nossa amígdala “sequestrou” a parte racional do nosso cérebro, iremos ter mais dificuldade em recuperar o equilíbrio emocional. É melhor saber como pará-lo antes que ele vá longe demais.

 

E como?

Através da atenção plena. Olhe para dentro de si e tente entender o que vai na sua mente. Compreenda o “Estou realmente chateada/o agora” ou “Isto está a começar a deixar-me irritado/a” e “oiça” o seu corpo (ombros tensos? Aperto no estômago?). Se entender os sinais, conseguirá pará-lo a tempo.

Depois, pode tentar uma abordagem cognitiva: convença-se a sair dessa situação, racionalize consigo próprio. Podendo também intervir biologicamente. Meditação ou técnicas de relaxamento que acalmam o corpo e a mente, como a respiração com o diafragma, são muito úteis. Procedimentos como a atenção plena trabalham melhor durante o “sequestro”, se os praticar regularmente.

A menos que estes métodos se tornem um forte hábito da mente, não conseguimos invocá-los do nada.

 

Tradução adaptada de https://www.mindful.org/emotional-self-control-matters/

Descubra Se É Emocionalmente Inteligente No Trabalho!

Acha que é emocionalmente inteligente no seu local de trabalho?

Alguma vez deixou que as suas emoções o levassem a fazer algo que mais tarde se arrependeu ou permitiu que os seus sentimentos o impedissem de fazer algo que realmente queria muito?

Sim e já aconteceu a todos nós, certamente. Mas isso não significa que não seja emocionalmente inteligente, isto porque, a inteligência emocional é uma capacidade que permite fazer com que as emoções trabalhem a nosso favor, em vez de contra nós, que envolve aprendizagem, treino e aplicabilidade e tem um potencial brutal no ambiente de trabalho. Apenas significa que precisa de desenvolver melhor esta capacidade, tal como se fosse uma nova tarefa técnica que necessita de ser aprendida.

E como perceber se já somos emocionalmente inteligentes, nomeadamente no local de trabalho? Destes 15 indicadores, veja quantos é que já aplica.

 

  1. Pensa sobre as suas emoções e as emoções dos outros
    Ser emocional inteligente implica uma certa introspeção: “Por que motivo estou a sentir-me assim?” ou “O que me levou (ou a outra pessoa) a dizer isto ou fazer aquilo?”
    Ao rever todas as reações emocionais como uma experiência de aprendizagem, permite-se aprender como ler os seus próprios humores e os humores dos outros e reagir em conformidade.

 

  1. Aprende a conhecer-se através dos outros
    Não tem medo de questionar terceiros sobre como eles o veem, porque sabe que há muito a aprender através de outras perspetivas.

 

  1. Sabe a importância das palavras “por favor” e “obrigado”
    Dentro do ambiente empresarial, existem muitas pessoas que se recusam a demonstrar expressões verbais de apreciação ou até mesmo de cortesia entre colegas. Uma pessoa emocionalmente inteligente não se deixa influenciar por isso porque reconhece o poder de algumas palavras que podem ajudar a melhorar o dia de outra pessoa, fortalecer relacionamentos e até mesmo fazer-nos sentir bem.

 

  1. Faz pausas
    Tem o hábito de parar e pensar antes de falar ou agir, especialmente se está a sentir-se muito emocional.

 

  1. Pergunta “porquê?”
    Em vez de criar rótulos imediatos, quem é emocionalmente inteligente procura perceber as razões que poderão estar por detrás de um determinado comportamento e dão o benefício da dúvida. Quando tentamos ver através da perspetiva dos outros, estamos a aumentar a nossa habilidade de demonstrar empatia e compaixão.

 

  1. Aprende pela crítica
    Ninguém gosta que lhe digam que está errado, mas uma pessoa emocionalmente inteligente sabe que a crítica é uma oportunidade de aprendizagem.

 

  1. É atento ao comportamento de terceiros
    Sempre que conhece alguém, fica atento ao comportamento dessa pessoa. Isto permite-lhe ganhar maior perceção do profundo impacto que as nossas palavras e ações têm nos outros.

 

  1. Não tem medo de pedir desculpa
    Tem consciência que a palavra “desculpa” é das mais difíceis de dizer, mas também a mais poderosa.

 

  1. Não guarda remorsos

Uma pessoa emocionalmente inteligente não guarda remorsos com as outras pessoas e permite-se perdoar, dando-se a oportunidade de avançar também com a sua vida.

 

  1. Detém um variado vocabulário emocional
    Ao saber expressar as suas emoções numa linguagem específica, está a aumentar o seu nível de compreensão. Por exemplo, ao sentir-se triste, uma pessoa emocionalmente inteligente aprofunda o “porquê”. Está desapontado? Frustrado? Magoado? Isto ajuda a ganhar um maior conhecimento da abrangência e importância das emoções em si e nos outros.

 

  1. Elogia com sinceridade
    Através do elogio sincero e da procura de aspetos positivos nos outros, uma pessoa emocionalmente inteligente consegue motivar e inspirar outros.

 

  1. Consegue gerir os seus pensamentos
    Uma pessoa emocionalmente inteligente pode não conseguir controlar uma reação emocional inicial, mas consegue gerir o que sente e pensa a seguir.

 

  1. Não “marca” ninguém
    Tem consciência de que todos nós temos maus dias. Foca-se no julgamento de comportamentos e não de pessoas. Deste modo, consegue fazer fluir os relacionamentos.

 

  1. Consegue analisar as suas forças, assim como as suas fraquezas
    Sabe onde consegue ter sucesso e onde tem que melhorar.

 

  1. Protege-se de possíveis sabotagens emocionais
    Tem consciência que há pessoas exímias em aproveitarem-se dos estados emocionais dos colegas de modo a influenciarem certos acontecimentos. Por essa razão, as pessoas emocionalmente inteligentes continuam a trabalhar a sua inteligência emocional, de modo a protegerem-se dessas pessoas e dos acontecimentos.

 

(Tradução adaptada de http://www.chicagotribune.com/business/success/inc/tca-are-you-emotionally-intelligent-at-work-20170413-story.html)

 

Investigadores Estudaram O Comportamento de Crianças Do Jardim de Infância e Acompanharam-nas Durante 19 Anos. Estes Foram Os Resultados.

É sabido que uma boa parte do comportamento das crianças é absorvida pelo comportamento dos pais.

Então é cada vez mais importante que lhes seja mostrado e ensinado comportamentos sociais positivos e de empatia.

A inteligência cognitiva é extremamente importante, mas não é a única. A Inteligência Cognitiva (QI) faz-nos chegar mais rápido aos nossos objetivos, mas é a Inteligência Emocional que nos faz permanecer lá e que contribui para o sucesso a longo prazo. E o melhor? O QE (Quociente Emocional) desenvolve-se, treina-se e expande-se e os benefícios são visíveis quer a nível profissional e pessoal (não só em termos relacionais, mas como em termos de saúde mental e física).

Partilhamos este estudo realizado em 1991. Investigadores estudaram o comportamento (social skills) de 800 crianças do jardim de infância e passados 19 anos voltaram a analisar os mesmos elementos, agora jovens adultos.

Tendo em conta as limitações admitidas pelos investigadores, apesar de terem tentando ao máximo controlar o impacto dos fatores externos possíveis, os resultados foram os seguintes:

 

As notas nos testes são importantes, mas não pelas razões tradicionais

 

Tradicionalmente, nós achamos que se a criança tira boas notas e é boa aluna, é mais inteligente, certo? Esta lógica não é assim tão direta.

As notas altas não demonstram quantas vezes uma criança trabalhou em equipa para resolver um problema, percebeu que precisava de ajuda e pediu essa ajuda extra ou quantas vezes essa criança resistiu à tentação de assistir TV em prol de se preparar para um teste. Então, embora a criança possa ter tido melhores notas, este resultado não tem a ver, unicamente, com as suas capacidades cognitivas, mas sim com capacidades não-cognitivas, como é o caso da Inteligência Emocional.

 

Capacidades (skills) como a Partilha e a Cooperação serão valiosas mais tarde

 

Os investigadores concluíram que as tais crianças que melhor se relacionavam com os seus pares, que geriam melhor as suas emoções e que eram boas na resolução de problemas, estavam a ter uma vida melhor e mais bem-sucedida, 19 anos depois.

De acordo com os estudos realizados, um aumento de um único ponto na pontuação de competência social mostrou que uma criança era 54% mais propensa a concluir o secundário, tinha duas vezes mais hipóteses de se formar em termos académicos e tinha 46% mais probabilidade de ter um emprego estável e a tempo inteiro aos 20 e poucos anos.

Por outro lado, as crianças que estavam sempre a roubar os brinquedos das outras, a estragar/partir coisas e a ter ataques de fúria tinham maior probabilidade de vir a ter problemas com a lei, no futuro, assim como problemas com dependência de substâncias.

 

Comportamentos sociais podem ser aprendidos e desaprendidos

 

Ou seja, nunca é tarde para mudar. Vamos ser realistas, há crianças que dificilmente vão tornar-se génios. De facto, existem caraterísticas físicas no nosso cérebro que permitem que a aprendizagem seja mais fácil para uns do que para outros. MAS, saber lidar com pessoas e saber gerir conflitos entre pares? Isto é qualquer coisa que as crianças (e os adultos) podem aprender e estar sempre a desenvolver.

 

Conclusão:

 

“O sucesso escolar envolve ambas as capacidades emocionais-sociais e cognitivas, porque as interações sociais, concentração e autocontrolo (autogestão) emocional afetam a capacidade de aprendizagem.”

É altamente importante que as escolas passem a dedicar mais tempo na aprendizagem das capacidades não-cognitivas.

Comportamentos pró-sociais importam, independentemente da idade. E como podem ser aprendidos, é muito importante usá-los como prevenção ou como forma de intervenção.

 

Traduzido e adaptado de http://www.upworthy.com/researchers-studied-kindergarteners-behavior-and-followed-up-19-years-later-here-are-the-findings

Conseguimos Mudar os Nossos Colegas Que Não Têm Autoconsciência Emocional?

Tem ou teve que trabalhar com pessoas (colegas e/ou chefes) com níveis baixos de autoconsciência emocional? Será possível mudá-los?

Daniel Goleman, especialista mundial em Inteligência Emocional, escreveu um pequeno artigo sobre esse tema, que traduzimos e adaptamos abaixo.

Antes de mais, o que é a autoconsciência emocional? É a capacidade de reconhecer as suas próprias emoções e como elas afetam e impactam a vida das pessoas e o seu desempenho profissional. Pessoas com níveis elevados de autoconsciência emocional são melhores na autogestão emocional (autocontrolo emocional) e isso reflete-se num sentido de calma, no seu comportamento, clareza e elevada capacidade de comunicação.

Trabalhar com pessoas com baixa autoconsciência emocional não é apenas “irritante” e “desgastante” porque impacta na capacidade geral de todos os envolvidos terem uma boa performance.

Dependendo da situação (o enquadramento é sempre muito importante para sabermos como devemos agir), os colegas poderão evitar interações, acabando por não partilhar informações importantes, e até mesmo ter problemas em confiar nessas pessoas. E este tipo de ambiente começa lentamente a causar atrito no cumprimento dos objetivos globais (como equipa) e pessoais (como profissional).

O ponto mais importante é que, apesar de nós podermos e querermos muito ajudar um colega a ganhar mais consciência emocional, só depende deles conseguirem-no. Eles até podem ganhar consciência que têm que melhorar essa capacidade, mas eles é que decidem se o fazem ou não. Podemos não conseguir criar impacto no comportamento deles, mas o que também temos que compreender é que, acima de tudo, nós podemos criar impacto na nossa experiência da situação.

Uma forma de ajudar um colega com baixa autoconsciência emocional é, em privado, dar-lhe um feedback honesto e construtivo, explicando-lhe qual o problema. Obviamente, que é importante analisar o tipo de relacionamento existente, sendo que o ideal é ser alguém que essa pessoa tenha em elevada consideração, que admire e respeite. É importante perguntar primeiro se pode dar-lhe feedback sobre o seu comportamento, para que essa pessoa se preparar para ouvir (especialmente se for alguém muito reativo – para não ser apanhado de surpresa).

Dar exemplos de comportamentos alternativos ou fazer essa pessoa pensar em um comportamento alternativo e testá-lo, também é bastante positivo, porque foca o nosso cérebro na procura de soluções, ao em vez de só falar no problema.

Agora, para quem lida com pessoas com baixa autoconsciência emocional, é importante perceber que a única coisa que podemos controlar a 100% é a nossa própria reação ao mundo exterior. Um colega “irritante” e “desgastante” é apenas mais um fator de stress.

 

Como lidar com a situação? O treino da Atenção Plena (mindfulness) é uma boa técnica. A Atenção Plena ajuda-nos a sermos menos reativos aos fatores que nos perturbam, o que significa que conseguimos manter-nos no nosso máximo de eficiência, independentemente do que se passa à nossa volta.

A Atenção Plena reconhece que a nossa mente divaga durante cerca de 50% do tempo, e o objetivo é que tenhamos consciência por onde a nossa mente divaga e assim conseguimos ajudá-la a manter-se focada no que importa. Através da Atenção Plena consegue-se monitorizar os nossos pensamentos.

Contudo, e não se esqueçam, é uma técnica desafiante e que precisa de treino (prática + tempo) para ser dominada.

 

Tradução adaptada de https://www.linkedin.com/pulse/can-you-fix-colleagues-who-arent-self-aware-daniel-goleman

#9 Desafio 2017 – Descanso

Olá!

Chegamos ao mês de Setembro e é altura de mais um desafio mensal. Setembro é uma altura com muito desgaste, pois as pessoas costumam voltar de férias, as crianças retomam à escola e as empresas preparam o último trimestre do ano. Todos os meses temos trabalhado uma componente de Inteligência Emocional, mas também temos trabalhado aquelas componentes que influenciam a Inteligência Emocional. O exercício físico em Março e a alimentação em Junho, foram duas delas. Por último, existe outra componente que é muito importante para conseguirmos gerir as nossas emoções de forma eficiente: O Descanso. Este mês vamos lançar um pequeno desafio, que é óbvio, mas que não é muitas vezes respeitado.

Os últimos 8 desafios que lançamos, foram:

O descanso é fundamental se quisermos desenvolver a nossa Inteligência Emocional e gerir emoções de forma eficiente. Por vezes até concentramos-nos em ter uma boa alimentação e fazer algum exercício físico, mas descuramos a parte do descanso. Aliás, se vivermos com um mindset de atingirmos sucesso na nossa área, somos bombardeados com mensagens que temos que dormir pouco para produzir mais e ultrapassar a nossa concorrência. Este conselho é positivo, desde que o dormir pouco não signifique dormir menos horas do que o corpo realmente precisa.

Para que entendas realmente o impacto que o descanso tem na nossa vida, vou-te deixar cinco grandes problemas que a privação de sono nos traz.

 

1. A privação de sono deixa-nos menos inteligentes

O sono tem um papel crítico no pensamento e aprendizagem. A privação de sono prejudica os nossos processos cognitivos de várias formas. Durante a noite, vários ciclos de sono desempenham um papel em consolidar as memórias. Se não dormirmos o suficiente, não vamos ser capazes de recordar com eficácia aquilo que aprendemos e experimentamos durante o dia.

2. A privação de sono contribui para a depressão

Ao fim de algum tempo, a falta de sono pode contribuir para sintomas de depressão. Em 2005, numa sondagem nos EUA, as pessoas diagnosticadas com depressão ou ansiedade tinham mais probabilidade de dormir menos de seis horas por dia. O distúrbio de sono mais comum, a insónia, tem a ligação mais forte à depressão. Num estudo feito em 2007 com 10.000 pessoas, aqueles que tinham insónias, tinham cinco vezes mais probabilidade de desenvolver depressão do que aqueles que não tinham insónias.

3. A privação de sono envelhece a pele

Quando não dormirmos o suficiente, o nosso corpo liberta mais cortisol, a hormona do stresse. Em excesso, o cortisol pode quebrar o colagénio da pele, a proteína que mantém a pele elástica e suave.

4. A privação de sono pode fazer-nos ganhar peso

De acordo com um estudo de 2004, as pessoas que dormiam menos de seis horas por dia, tinham 30% mais de probabilidade de se tornarem obesas, em comparação com aqueles que dormiam sete a nove horas. A falta de sono não estimula só o apetite. Estimula desejos para comidas ricas em gordura e hidratos.

5. A privação de sono pode aumentar o risco de morte

No estudo “Whitehall II”, investigadores Britânicos analisaram como os padrões de sono afetavam a mortalidade de mais de 10.000 civis ao longo de duas décadas. Os resultados, publicados em 2007, revelaram que aqueles que cortaram o seu descanso de sete para cinco ou menos horas por noite, quase duplicaram o seu risco de morte. Em particular, a falta de sono duplicou o risco de morte por doença cardiovascular.

 

O desafio deste mês é apenas que descanses entre sete a nove horas diárias. Cada pessoa é diferente e precisa de diferentes horas de sono, mas o número médio geral é entre sete a nove horas. Durante este mês, tenta respeitar estas horas. E, se estás a pensar que dormes cinco horas por dia e compensas no fim-de-semana, as horas de sono não são acumuláveis! Se precisares de recuperar, tenta dormir uma sesta ou fazer algum descanso durante o próprio dia e não concentrar tudo no fim-de-semana.

Bom treino!

 

 

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